14.1.13

Matéria publicada sábado no Jornal de Hoje


Referência na Baixada Fluminense, o Hospital Geral de Nova Iguaçu (Posse) tem sofrido com a falta de recursos para manter a sua estrutura. Unidade federal, municipalizada em 2002 pelo próprio Nelson Bornier, o HGNI recebe mensalmente R$ 5 milhões, enquanto na capital, o hospital federal a ter repassado o menor valor em orçamento mensal, recebe R$ 12 milhões, somente para o custeio. Na próxima quarta-feira, inclusive, o novo prefeito vai a Brasília cobrar uma posição do ministro Alexandre Padilha, sobre o aumento dos recursos para o hospital.
Futuro secretário de Saúde, o ortopedista Luiz Antonio Teixeira explica que o valor repassado ao HGNI não é suficiente para custeio de estrutura, compra de medicamentos e pagamento da folha salarial, que hoje está na ordem de R$ 3 milhões.
“Nosso problema não é com gestão. Sabemos que muita coisa pode melhorar, mas precisamos dos recursos para conseguir gerenciar uma unidade que é do Ministério da Saúde. Nós somos apenas gerentes do Hospital da Posse”, disse.
Composto por aproximadamente 300 leitos e 2.500 funcionários, e prestando diariamente cerca de 300 atendimentos, o HGNI, na opinião do ortopedista, sofre com problema de fluxo, mas ressalta que, nove dias após a primeira visita do prefeito [Bornier esteve no Hospital da Posse após ser oficialmente empossado], pequenas mudanças podem ser vistas.
“Conseguimos fazer cerca de 200 altas e 46 remoções para hospitais federais do estado. Estamos providenciando melhorias. Hoje, por exemplo, temos dois aparelhos de raio-X e um tomógrafo funcionando. O atendimento médico já está sendo realizado normalmente”, afirmou o futuro secretário, salientando que o estado, através do governador Sérgio Cabral e do secretário de saúde Sergio Cortes, tem sido um grande aliado na busca pela melhoria nas condições de trabalho no HGNI. Ontem, aliás, a Secretaria de Saúde recebeu do Estado a primeira grade de insumos e medicamentos para abastecer a rede municipal.
“Queremos a boa saúde dos iguaçuanos e do povo da baixada”, finalizou o prefeito, ressaltando que no próximo dia 15 será reaberta a Maternidade Mariana Bulhões, única referência em gravidez de alto risco, e que será construído o Hospital de Traumatologia, com previsão de entrega para 2014.

 


Um comentário:

RUSH YYZ disse...

Boa noite!
Não sou papagaio de pirata de nenhum político, porém em nome da verdade, digo, o TOMÓGRAFO do HGNI não veio à funcionar através da intervenção de ninguém do atual governo, ele sempre esteve funcionando desde à sua instalação em meados do ano passado. O que ocorreu para azar da finada Sheila Gama e "glória" do Bornier é que devido ás imtempéries da natureza(CHUVA TORRENCIAL QUE CAIU NA CIDADE) ocorrida na semana anterior da posse do atual prefeito, fez com que ocorresse um festival de vazamentos e alagamentos em vários setores do referido hospital, e houve escoamento de água pelas instalações elétrica do setor de tomografia e com isso para evitar um curto-circuito, o mesmo foi desligado até que houvesse uma varredura do sistema. O aparelho propriamente dito não estava com defeito; e veio o "REDENTOR" e colocou o mesmo para funcionar. Isso é fato, como 2+2 é igual à 4.
Só escrevo isso, porque me causa nausêas ver notícias veículadas de forma aproveitadora.
Reiterando: sou livre da Síndrome de empregus politikes.

GLÓRIA À DEUS POR ISSO.