12.7.11

Resposta a resposta

Por Claudia Maria

Diante da postagem do diretor do Hospital da Posse me vejo na obrigação de fazer alguns esclarecimentos:

1- Nunca disse que o diretor estava apunhalando o secretário ou a prefeita. Pelo contrário, em uma das notas deixo claro que o próprio secretário está participando do processo de mudança, portanto, estão todos de acordo. Mas, nesse momento o Carlos Henrique está mesmo fora.

2- Realmente chamei o diretor de ditador porque não imaginava que uma decisão absurda como a que foi tomada tivesse mais de uma pessoa responsável. Agora não entendi uma coisa: foi decisão da maioria mudar o local da farmácia do DST ou foi decisão da maioria mudar a entrada para a farmácia. Vejam bem, são duas coisas diferentes.

3- A farmacia está localizada no mesmo lugar há muito tempo. Mas, só depois que o Carlos Henrique assumiu foi que a entrada mudou. Existe um portão enorme próximo ao local e as pessoas são obrigadas a dar uma volta enorme por dentro do hospital para chegar até lá. É isso que considero absurdo.

4- Quando ele fala de "disciplina" também não entendo. Como assim? Disciplina é obrigar cadeirantes, pessoas portadoras de necessidades especiais, gente que anda com ajuda de muletas a ar uma volta enorme sem acessibilidade? Que tipo de disciplina é essa?

5- Ele diz que recebeu elogios nas mudanças. Como assim (de novo)? Tenho certeza que os pacientes não foram ouvidos e muito menos funcionários mais tarimbados.

6- Quanto ao convite de ir ao hospital, declino. Conheço muito bem o hospital. Inclusive frequento e é exatamente por isso que sei das necessidades das pessoas. Não falo por mim porque, graças a Deus, posso ultrapassar todos os obstáculos colocados por essa "maioria" que o diretor disse. Mas, ouço muitas reclamações. Se o diretor saisse do seu gabinete e parasse um pouco na entrada da farmacia também ouviria.

Portanto, continuo achando uma falta de sensibilidade a mudança na entrada da farmácia e não na localização da farmacia. Vou encaminhar documento ao Ministério da Saúde questionando essa tal decisão do Qualisus. E, se a decisão foi realmente tomada por várias pessoas, pelo tal colegiado, todos precisam de uma lição de humildade e ouvir quem realmente precisa dos medicamentos.

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