23.3.11

"A CANDIDATA ÚNICA"

Por Carlos Gilberto Triel

A prefeita Shirley, caprichosa como ela só, volta e meia sai às ruas a recolher um ou outro lixo atirado por motoristas e transeuntes e, acaba congestionando mais ainda o caótico trânsito na Via Light em vista das paradinhas dos veículos para não atropelá-la.

É o preço que a bela prefeita paga pela desordem desse oligárquico PDT, acomodado toda vez que alcança o poder, que se esquiva sempre do trabalho mais exigente, seja num reluzente ministério de Brasília ou mesmo numa adaptada prefeitura de bombeiros em Nova Laranja.

Aqui se aposta na estupidez do eleitor para o abandono dos postos de saúde, da franquia desses postos, da informalidade, do fiasco plano de cargos e salários, etc. porque se despejou do alto da insensatez um staff de nomeados em mesas de secretários achando que por si só se formaria um governo.

Pensam que o prefeito consorte está preocupado com a opinião pública de que a cidade virou uma feira livre? Qual o quê, se acha um eterno detentor monopolístico do poder e que a singela Shirley será candidata única e, o cidadão e tudo mais que vão para o diabo que os carreguem.

Estão a vender que o governador manterá o deputado Borner no cabresto impedindo-o de disputar às eleições com Shirley. E se o Pretinho da Beija Bicho é conversa fiada e sem futuro, já se sabe através do Infantil secretário, que a Clarisse do garotinho será uma nova Lindinha, não aqui, e sim no Rio.

O prefeito consorte deve admirar o estilo do seu eventual dependente, o governador, em monitorar a fauna de prefeitos e isolar quem ele queira. Há evidentes semelhanças entre os dois, coisa assim tal qual à rasteira que impediu esse mesmo garotinho de concorrer ao governo do Estado.

Nos anos 90, usando dessa receita, cozinhou-se um pato, dono do um jornal local, tirando-lhe a vaga de candidato a prefeito. Foram outros tempos, mas e daí? Depois que um Lindomar Paraíba se fez Ali Babá e, só não ganhou uns 40 companheiros por questão de quorum, tudo é possível em Nova Laranja.

Nas mais ricas e prosperas famílias do século passado, ensinava-se que em dia de muito é véspera de pouco. Talvez seja tão simples e natural para alguns perceber que o seu tempo acabou. Outros, a demora é um pouco mais. E quando é que se percebe que o seu tempo acabou?:

- Quando não mais lhe obedecem e riem...


Carlos Gilberto Triel é jornalista e apresenta de segunda a sexta-feira 8:40hs o quadro Se É Sucesso Eu Toco dentro do programa do Hugo Alves. E a oração da Ave Maria 17:55hs Rádio Tropical 830AM www.tropical830am.com.br

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